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Sem marca1247Nossa Senhora do Brasil - Imagem 30cm1247Nossa Senhora do Brasil - Imagem 30cm

Imagem de material resistente (durata) para exposição interna.

Nossa Senhora do Brasil é uma imagem atribuída a Maria, mãe de Jesus, cujo nome original é Nossa Senhora dos Divinos Corações. No Brasil, passou a ser venerada como padroeira primeiramente em Pernambuco, tendo seu culto sido posteriormente disseminado pelo resto do país.

 

Altura: 30 cm

Origem: Nacional

 

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Nossa Senhora do Brasil - Imagem 30cm
2072-8-20In stock R$ 0
Nossa Senhora do Brasil - Imagem 30cm
    Nossa Senhora da Ressurreição - Imagem 30 cm
      Sem marca1237Nossa Senhora Rosa Mística1237Nossa Senhora Rosa Mística

      A aparição

      Nossa Senhora realizou uma aparição para a enfermeira Pierina Gilli, no quarto de um hospital onde ela trabalhava em Montechiari, na Itália, no ano de 1947.  Na aparição, Nossa Senhora apareceu como uma senhora muito bonita, vestindo um véu branco e uma túnica púrpura. Ela tinha três espadas perfurando seu coração. Ela aparentava estar com uma tristeza muito profunda.  Foi então que a Virgem, chorando, disse à enfermeira: ?Oração, Penitência e Expiação.?

      A segunda aparição

      Passado um tempo, Nossa Senhora realizou uma segunda aparição. Nela, as três espadas se transformaram em três rosas: uma cor de rosa, uma branca e uma dourada.  Quando apareceu, pediu que todos orassem pelos sacerdotes através de uma nova devoção mariana que seria difundida pelo mundo.  Ela também pediu, na aparição, que o último dia de todos os meses fosse consagrado a Ela e que o dia 13 de julho fosse definido como o dia da Rosa Mística.

      Mais aparições e milagres

      Diversas outras aparições à enfermeira Pierina foram relatadas. Em todas elas, Nossa Senhora da Rosa Mística pedia a penitência, a oração e o cuidado com as vocações sacerdotais e com as instituições religiosas. Além disso, a Virgem curou inúmeros enfermos.  Em uma das aparições, disse que tinha intensão de ser venerada como Nossa Senhora da Rosa Mística e ordenou que o meio-dia do dia 8 de dezembro fosse a festa da Imaculada Conceição, também chamada de ?hora da graça?.

      A simbologia das espadas e rosas

      Existe um significado para as três rosas e para as três espadas que apareceram no coração de Maria. Uma das espadas simboliza a escassez das vocações; outra espada representa os pecados mortais dos religiosos e a última simboliza o sofrimento sentido pelos sacerdotes e monges que cometeram a mesma traição de Judas. Por outro lado, as rosas representam os três pedidos de nossa senhora, sendo eles: o espírito de oração, representado pela rosa branca; o espírito de expiação e sacrifício, simbolizado pela rosa vermelha e o espírito de penitência, simbolizado pela rosa dourada.

      Consagração a Nossa Senhora da Rosa Mística

      ?Ó Maria Santíssima, Senhora Rosa Mística, eu me consagro inteiramente a vós.
      Consagro-vos o meu entendimento, para que eu possa sempre vos amar.
      Consagro-vos a minha língua, para que eu possa sempre vos louvar.
      Consagro-vos o meu coração, para que eu seja totalmente vosso.
      Recebei-me, ó Mãe incomparável, no ditoso número de vossos servos. Acolhei-me debaixo de vossa proteção,

      socorrei-me em minhas necessidades temporais e espirituais e, sobretudo, na hora da minha morte.
      Abençoai-me e fortalecei a minha fé para que, amando-vos nesta vida, eu possa contemplar para todo sempre

      a vossa face, no céu.
      Amém.?

       

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      Nossa Senhora Rosa Mística
      2072-8-20In stock R$ 0
      Nossa Senhora Rosa Mística
        Sem marca1235Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento1235Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento

        Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento

        ?Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento é o nome novo de algo muito antigo. Se veneram com razão todos os mistérios da vida da Mãe de Deus. As almas contemplativas encontraram na vida de Maria em Nazaré um exemplo, como os corações desolados uma consolação na Virgem Dolorosa.

        Há em todas as ações da Santíssima Virgem, uma graça que nos leva suavemente a honrá-las e a imitá-las, como um seguindo sua própria vocação. Mas, não esqueçamos que Maria viveu mais de quinze anos depois da Ascensão de seu Divino Filho. Em que foram ocupados esses longos dias de exílio, e que graças encerra esta importante parte da vida de nossa Mãe? O livro dos Atos (2, 42) indica muito claramente. Está dito aí que os primeiros cristãos viviam na paz, a união, a caridade ardente; perseverando na fração do pão.

        Viver da Eucaristia e para a Eucaristia, reunir-se ao redor do tabernáculo para cantar hinos e cânticos espirituais; este é o caráter distintivo da Igreja primitiva. O Espírito Santo o consignou na sublime história eclesiástica redigida por São Lucas: assim foi também a síntese dos últimos anos da Bem-aventurada Virgem Maria, que reencontrava, na adorável Hóstia o fruto bendito de suas entranhas, e na vida de união com Nosso Senhor no Tabernáculo, os ditosos tempos de Belém e Nazaré. Oh sim! Foi Maria, acima de tudo, quem perseverou na fração do pão.

        Almas eucarísticas, que querem viver para o Santíssimo Sacramento; que fizestes da Eucaristia o centro das vossas vidas e do seu serviço, vosso único trabalho, Maria é o vosso modelo; sua vida, sua graça: perseverai como Ela no partir do Pão?.

        Jesus instituiu o sacramento da Eucaristia pensando em sua Mãe Santíssima

        Com efeito, ao considerar a vida da Virgem, costuma-se ter em conta a sua presença em Belém, em Nazaré ou no Calvário, mas se deixa de lado o tempo em que, já sem a presença física de Jesus, como a tinha até a Ascensão, Ela continuou em Sua companhia através das Espécies consagradas que palpitavam em seu peito sem interrupção, e que se renovavam cada vez que ela voltava a comungar. Um piedoso autor antigo, Bernardino de Paris, afirma que Jesus, ao instituir o sacramento, teve em vista principalmente sua Mãe, afim de que a mais excelsa de suas obras fosse recebida pela mais nobre e santa de suas criaturas.

        Maria Santíssima foi a única que manteve a Fé íntegra, quando Jesus estava no sepulcro. Após a Ressurreição, ela encorajou os discípulos, os manteve unidos e esperançosos e propiciou a vinda do Espírito Santo; instruiu os apóstolos com o seu testemunho, os seus conselhos e os relatos da vida do seu Divino Filho. Quem senão Ela poderia narrar à São Lucas os episódios da infância de Jesus que estão estampados em seu Evangelho? E que confidências recebeu dela São João, entregue aos seus cuidados por Jesus desde a Cruz? Com razão Maria é a Mãe da Igreja, porque desde os seus primórdios Ela lhe deu exemplo, força e instrução, uma missão que continua do Céu!

        Através do culto ao Santíssimo Sacramento a Igreja cresce continuamente

        Sim, e ao longo da história, a Igreja tem crescido em santidade, sendo que os pecados de seus membros não chegam a desfigura-la em sua substância. Cristo ?se entregou a Si mesmo por ela, para consagrá-la, purificando-a com o banho da água e da palavra, e para apresentá-la gloriosa, sem mancha, nem ruga, nem nada semelhante, mas santa e imaculada? (Ef 5, 25-27). Pela força da Eucaristia e sob o manto de Maria, não pensem que a Igreja ?sobrevive? nas diversas crises pelas quais pode atravessar: Ela se renova e progride permanentemente!

        O desenvolvimento do culto ao Santíssimo Sacramento é um aspecto desse crescimento contínuo. Se é verdade que ultimamente tantas igrejas foram fechadas -e algumas até profanadas-, não é menos verdade que o fervor e a sede Eucarística aumentaram, aqui e ali. Por exemplo, nas igrejas e capelas da Sociedade de Vida Apostólica Virgo Flos Carmeli -à qual pertence quem escreve estas reflexões- e sempre com o cuidado das devidas normas prudenciais, a adoração ao Santíssimo Sacramento e a celebração de Missas, orando pelas necessidades da Igreja e do mundo, vem acontecendo sem interrupção há anos. Mais recentemente, as intenções da adoração e das missas estão se centrando especialmente nos enfermos, nos defuntos e em suas famílias.

        Esta realidade fulgurante não brilha aos olhos paganizados do mundo, mas resplandece perante o trono do Altíssimo. Quantos benefícios compram e quantos infortúnios evitam! Sim, a oração aos pés do Senhor Sacramentado conquista assinaladas graças.

        As muitas horas que São Pedro Julião passou junto ao Santíssimo -no altar, diante do sacrário ou durante a exposição- já lhe mereceram a visão sem véus no Céu do Deus que ele adorava oculto na Eucaristia, e de Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento, sua Santa Mãe. Porque desfrutar para sempre junto a Deus e Nossa Senhora é o maravilhoso destino eterno dos adoradores de todos os tempos.

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        Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento
        2072-8-15In stock R$ 0
        Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento
          Sem marca1205Nossa Senhora Virgem dos Pobres1205Nossa Senhora Virgem dos Pobres

          "Sou a Virgem dos Pobres", "Venho para adoçar o sofrimento de todos", "Esta fonte, eu reservo à todas as nações, para o alivio dos males ". Também pediu: "Reze Muito" e manifestou o desejo de que se construísse uma pequena capela. Na última aparição confirmou sua identidade: "Sou a Mãe do Salvador, a Mãe de Deus!".

          No dia 15 de janeiro de 1933, Nossa Senhora apareceu para Mariete Beco, que aguardava o retorno de seu irmão, junto à janela da cozinha, observando a neve que cobria toda a paisagem. Por volta das sete horas da noite, ela viu uma formosa Senhora, resplandecente de luz, flutuando sobre uma pequena nuvem, no jardim. A Senhora fez um sinal com a mão, convidando a menina a se aproximar. Mas impedida por sua mãe de sair, logo Nossa Senhora desapareceu. Mariete passou a rezar muito, pedindo à Santíssima Virgem que voltasse a aparecer. Todas as noites às sete horas, ela sai para o jardim. Na terceira noite, Nossa Senhora lhe apareceu pela segunda vez. Até 02 de março retornou outras seis vezes, durante as quais revelou: "Sou a Virgem dos Pobres", "Venho para adoçar o sofrimento de todos", "Esta fonte, eu reservo à todas as nações, para o alivio dos males ". Também pediu: "Reze Muito" e manifestou o desejo de que se construísse uma pequena capela. Na última aparição confirmou sua identidade: "Sou a Mãe do Salvador, a Mãe de Deus!". Os pais de Mariete, se converteram, assim como muitas outras famílias da vila. O vigário da vila Banneux Notre Dame, convocou a população para a reza diária do rosário. O fluxo das romarias aumentou muito pois todos queriam tocar a água da fonte "a lama" para obter cura dos males do corpo e da alma. Muitos milagres foram alcançados e documentados, enquanto as autoridades religiosas estudavam as aparições. Em 1942a Igreja, através do Bispo de Liège autorizou o culto à Nossa Senhora de Banneux, a Virgem dos Pobres. E, em 1949, o mesmo Bispo reconheceu como verdadeiras as oito aparições da Virgem Maria à Mariete Beco. No dia 08 de agosto deste mesmo ano começou a construção do seu Santuário, no local da aparição, Numerosas igrejas surgiram em diferentes partes do mundo dedicadas à invocação de Nossa Senhora dos Pobres. No Brasil, a primeira foi erguida no bairro de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, em 1950. Em São Paulo, as Irmãs Vicentinas do bairro Butantã trouxeram a imagem desta devoção, em 1958, colocada para veneração na pequena capela que deu origem à atual paróquia da região.

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          Nossa Senhora Virgem dos Pobres
          2072-8-20In stock R$ 0
          Nossa Senhora Virgem dos Pobres
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